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 Crê em ti. As coisas têm a importância que lhes dermos. Tu és capaz. O passado valeu para chegares aqui. Hoje, agora, é o que interessa. Não esperes que a mudança venha do exterior. Vive como se não houvesse amanhã. Não tens como saber se há. Não contes os anos desde o nascimento. Na verdade não estão a somar. Ri. Deita-te no chão para admirar o céu e aceita a tua pequenez. Só na alma podes ser grande. Ama muito. Dança. Torna-te leve. Vive e deixa viver. Aproveita a dádiva de cada segundo. Sê feliz.
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Os anos passaram sem dó nem piedade. Mais de 50. A uma infância feliz, cheia de boas recordações, seguiu-se uma adolescência preenchida com amores e desamores com alguns anos dedicados a quem  não soube aproveitar. A fase adulta e livre, consciente e responsável q.b. condensou-se em uns míseros 5 anos. Chegou depois a época em que feliz me dediquei à família e ao que de melhor fiz no mundo, os meus filhos. Continuam a ser uma prioridade na minha vida e os melhores momentos (assim como os de maior preocupação) são passados com eles. O emprego foi uma necessidade - começamos a ter contas para pagar e queremos independência financeira - nunca foi algo que gostasse mesmo de fazer. O que gosto de fazer, faço-o com as minhas mãos, com amor, dedicação, sentimento. Felizmente hoje, depois de me afastar de situações, coisas e pessoas que nada me acrescentavam espiritualmente, faço o que quero dispondo da gerência total dos meus dias. Aos 15 anos pedem-nos que decidamos o que queremos fazer ...
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 Quando olhas para trás e analisas os amores que tiveste, pensaste sempre que era para a vida, e te apercebes que todos eles tinham pontos comuns, muitos até...e falharam ! Vês que o problema não foram eles mas sim as tuas escolhas. Por alguma razão atraíste sempre o mesmo e por isso não resultou. Muda as tuas escolhas. Reprograma-te. Dá um tempo a ti. Sabes o que é para a vida ? TU. A tua própria companhia é o melhor que podes ter. Sendo feliz contigo, a vida  será plena e consciente. Não mais te deixarás arrastar por carências disfarçadamente infiltradas.
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 Há coisa irrecuperáveis. A confiança uma vez perdida, jamais volta à mesma forma. A lágrima que cai, não volta à sua fonte. O tempo de agora, acabou de ser considerado passado e não volta. Assim como não se recuperam noites perdidas de sono em termos de regeneração física, o tempo que não se aproveita um filho é tempo irremediavelmente perdido. São reflexões que nenhum filho faz, a não ser na condição de pai/mãe.
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 Por vezes pensamos que nos enganámos em determinado período da vida. Que não devíamos ter permitido esta ou aquela situação. Questionamos tudo e culpabilizamos-nos. Errado. Temos de procurar a lição desse constrangimento para evitar que se repita no futuro. Aprender, crescer, evoluir. Não confundamos ocaso com acaso. O segundo não existe.
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 Foi-me transmitido desde cedo, "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti". Pois bem, nem sempre acontece pois inconscientemente actuamos impulsivamente e sem ajuda racional. Somos humanos. A verdade é que às vezes vejo acontecer coisas que eu nunca faria a ninguém conhecido. A ninguém. São pequenas coisas a que me refiro e que no fundo não prejudicam o visado(a) mas que beneficiaria o mesmo e o próprio. Exemplo, deixar alguém passar à frente na fila do supermercado se só tem o pão para pagar e eu tenho muito mais artigos; abrigar alguém debaixo do meu guarda-chuva; dar passagem num cruzamento, dar uma boleia para casa... são tudo coisas que se não as fizermos, enfim, só nos fica mal e o bom cidadão deve praticá-las. Quando conhecemos as pessoas envolvidas, a situação torna-se mais próxima e a simpatia aumenta, proporcionando até momentos de pura conversa ocasional. Imagine-se quando situação idêntica ocorre entre duas pessoas que se partilharam a todos os níve...
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Como será possível voltar atrás de uma coisa que não tem volta. Foi uma vida a insistir no começo daquela melodia. A mesma tecla tocada inúmeras vezes. Dançando outras músicas, cantarolando letras desconhecidas, assobiando para o ar... Aquela melodia sempre na memória. Sempre. E num dia cheio de luz com aroma a flores em que os pássaros se abrigam do calor, chegas ao piano e tocas a melodia com as mãos meio destreinadas. E recordas cada mudança de tom, cada intervalo entre sons... mas a cada tentativa de chegar ao fim da melodia, apercebes-te que o piano tem uma tecla desafinada, e isso estraga tudo. Insistes em tocar e ilusoriamente esperas ouvir o que sentes, mas o ouvido detecta o erro e a melodia não chega ao fim. Uma melodia escrita para piano, nunca sairá igual noutro qualquer instrumento. Decides não tocar de todo. A melodia perdurará na tua memória. Para sempre.